God of War - Ascension

Coming Soon - 13/03/2013

Gears Of War Judgment

Coming Soon - 19/03/2013

Assassin's Creed 3

O game continua a saga do grupo de assassinos do século XXI enquanto revivem as memórias dos antepassados de Desmond, que agora leva os jogadores até os Estados Unidos durante o período de sua independência.

Dead Space 3

Coming Soon - 08/02/2013

Metal Gear Rising: Revengeance

Coming Soon - 19/02/2013

DmC Devil May Cry

Coming Soon - 15/01/2013

Crysis 3

Coming Soon - 01/02/2013

Grand Theft Auto V

Coming Soon - Indefinite

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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Análise DmC - Devil May Cry

DmC - Devil May Cry Análise

  • Visual 98
  • Jogabilidade  95
  • Áudio 90
  • Diversão 95

 Nota: 94,5 (Excelente)


DmC: Devil May Cry é um jogo Hack N’ Slash desenvolvido pela Ninja Theory e foi lançado em 15 de Janeiro de 2013. A série DMC é uma das mais respeitadas e famosas do mundo, porém, o quinto jogo da saga diverge de seus antecessores. O título, apresenta um recomeço da série, trazendo mudanças drásticas, e uma delas é aparência de Dante, Protagonista de DMC, em relação aos outros jogo; Isso vez vários fãs de Devil May Cry torcerem o nariz e mostrar resistência a DmC Devil May Cry.


Dante deixa de ser meio humano, agora ele é um Nephilim (sua mãe é um anjo e um seu pai continua ser o demônio Sparda). Dante é recrutado pelo seu irmão Vergil para uma organização que deseja matar o rei demônio Mundus sendo Os irmãos Sparda aqueles que podem dete-lo graças a serem uma fusão dos poderes demoníacos e angelicais. A relação entre os dois é totalmente oposta do que a visto em Devil May Cry 3 e melhor explicado dentro da Narrativa, sendo que essa inversão funciona bem com o contesto do jogo.


Dante é mais jovem (em relação ao antigo Dante) e é muito rebelde,  seu cabelo é no estilo “emo” (e não é branco). O jogo se desenrola no que se mostra uma batalha conturbada entre Demônios, Anjos e Humanos. Vários pontos fortes do jogo foram mantidos, como a fantástica combinação de Tiros disparados para todos os Lados e Ataques corpo a corpo. Novas armas e habilidades são introduzidas no jogo,  que conta com uma jogabilidade boa e gráficos detalhados e ricos.




Dante, além da boa e velha Rebellion, pode usar armas que são variações da grande e Icônica espada. Tem acesso a uma foice angelical (Osiris) com ataques rápidos ou um machado (Arbiter) demoníaco com lentos porém poderosos golpes (também tem as Luvas do Inferno, chamadas de Eryx e também duas "Shurikens", chamadas Aquila). O jogador pode mudar a arma de Dante rapidamente e quando bem entender, permitindo a criação de combos frenéticos e brutais. O que facilita isso é o fato de combates aéreos serem intensos e podem ser bem aproveitados para chegar no tão cobiçado Rank de Missão SSS. O Devil Trigger está presente, fazendo Dante ficar com o cabelo de tonalidade branca e desacelerando o tempo ao seu redor. Um ponto que eu gostei muito é a possibilidade de Jogar com Vergil em uma expansão (Vergil's Downfall).



A historia e bem contada, os gráficos como já dito são ótimos, Sendo o Universo apresentado visual alucinante com cores "vivas" e traços marcantes. O desenho da cidade é dez e a transformação que ocorre com ela quando retratada no Limbo é impressionante, quando pontes, prédios e o chão começam a dobrar-se e contorcer-se, dando a inteira impressão que a cidade deseja matar Dante. O design dos inimigos são inovadores e não ficam para traz. A Ninja Teoria realmente ficou de parabéns nesse quesito. A criatividade na concepção dos combos é incrível e é muito variado. A trilha sonora é, como de praxe em DMC, puro Rock N' Roll, aumentando a excitação de cada combate e de cada fase. Som pesado cai como uma luva para DmC.



Porém nem tudo é um mar de rosas. O jogo tem seus defeitos, a câmera não acompanha o ritmo do jogo, caindo ou trocando de ângulo. Não há nenhum botão que permita o jogador concentrar-se em um único inimigo (lock-on), o que pode fazer você errar muitos golpes. Além de texturas mal feitas e sombras ruins. Nos consoles, o jogo roda a 30 fps, porém esse numero cai várias e várias vezes, fazendo gráficos ficarem lentos "pra valer", além dos controle que perdem a velocidade de resposta.



A Campanha gira em torno de 10 horas na primeira vez, nas execuções posteriores ela pode ser terminada entre 5 e 7 horas.
A versão de DmC para PC é melhor de que para os consoles. Ele tem o desempenho de 60 FPS, mas pode chegar de 80 a 90 FPS.


DmC consegui agradar a maioria dos Fãs da Saga, Dante não perdeu o carisma e o jogo ainda tem um leve toque de comedia em certos diálogos do protagonista. O jogo apesar dos defeitos, é uma obra-prima capaz de deixar gregos e troianos ligadões na TV ou no monitor. Eu recomendo e gostei muito.


Trailer DmC


Vergil Trailer


Devil Trigger

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Resident Evil - Operation Raccoon City - Análise

Análise(Review): Resident Evil - Operation Raccoon City 

OBS: O que eu falar aqui sobre a nota do jogo, não passa da minha opinião, então, se você não concordar ou eu deixar de falar de falar algo ou me equivocar com algo, comente, não xingue, corrija, mostre que sua opinião é feita de argumentos, não de baboseiras ou ofensas e coisas fúteis.

Resident Evil - Operation Raccoon City é um SPIN OFF (jogo que tenha poucas ligações com a história) sobre o apocalipse zumbi que aconteceu em 1998 na cidade de Raccoon City, no qual você faz parte de um grupo de mercenários chamado Wolfpack, nesse grupo existem 6 personagens jogáveis, o Vector,o Ninja da equipe, o cara que se camufla para ser silencioso e mortal, Bertha, a médica sádica da equipe, com ela a cura é a base da dor, Beltway, o toca-terror da equipe, se ele te ver andando torto, ele senta a bala em você, Specter, o atirador de elite/espião/soldado veterano da Guerra-Fria, ele tá sempre com os olhos no scope da sua arma e provavelmente sabe todos os pontos vitais do seu corpo, Four-Eyes, a cientista da equipe, sabe criar uma cura pra qualquer tipo de infecção ou vírus, pode também fazer venenos com o mesmos e finalmente, Lupo ,a líder, a mais experiante em campo de batalha, tem o apelido de Wolf-Mother, pois cuida de seus parceiros assim como uma loba mãe cuida dos filhotes. O grupo recebeu a missão de eliminar qualquer prova que possa incriminar a Umbrella sobre a infestação, isso inclui, eliminar Leon S. Kennedy(que naquela época era menos foda que agora), mas não acontece exatamente desse jeito...

O ambiente do jogo é escuro, com zumbis, isso, ZUMBIS, não são Ganados nem Majinis, os locais lembram bastante RE2, os gráficos são bons, poderiam ser melhores, mais ta bom desse jeito, quase não tem trilha sonora, a inteligencia artificial é mais ou menos, hora ela é boa hora ela é ruim(IA avaliada na difculdade VERY HARD), o jogo não é difícil, mesmo na dificuldade Very Hard, pois vc está em um gripo com 4 pessoas e voce conta com um arsenal de armas e uma habilidade especial, a munição é limitadíssima, então vc deve usa-la com sabedoria, o jogo tem uma falha ridícula, mas que tirou todas as notas boas do jogo, se voce sair em combate corpo a corpo com outro soldado, e ele te atacar primeiro, voce apanha e não consegue reagir, e finalmente, voce consegue andar e atirar ao MESMO TEMPO!!!!!!




NOTA:8

Postal 2 - Análise (Review) PC


Análise (Review) - Postal 2

Análise, Avaliação E muito Mais de Jogos Para PC

!AVISO! JOGO RECOMENDADO PARA PESSOAS COM CABEÇAS SÃS NO NIRVANA(CÉU DO BUDA), OU PARA MAIORES DE 21 ANOS POR VIOLÊNCIA CONSTANTE E LICITAÇÃO AO SUICÍDIO.



Postal 2 é um jogo FPS(First Person Shooter/ Tiro em Primeira Pessoa) de Ação/Aventura feito pela Running With Scisorss (Empresa que ganhou má fama por ter lançado Postal 1 e 2) no qual voce incorpora o Postal Dude(o Cara dos Correios), um cara que está passando por uma semana MUITO RUIM, pois foi demitido, traído pela mulher, seu carro quebra,o cachorro mija em sua perna e etc. E com tudo isso acontecendo ele resolve desestressar do jeito mais facil, tocando o terror(lembrando que tocar o terror é opcional, mas a graça do jogo esta em mata todo mundo) e vc recebe uma serie de "missões" pra fazer durante a semana, que acaba na Sexta, essas missões não são difíceis, são coisas como ir no mercado comprar leite, devolver o livro na biblioteca, se confessar , mas não importa o que voce faça, o jogo te obriga a ser agressivo, por exemplo: voce tem que ir na igreja se confessar, quando vc esta saindo um grupo de homens-bomba atacam o local.

O jogo é de 2003 e tem um gráfico bom pra época, um trilha sonora mais ou menos, pois a dublagem dos cidadãos é meio dessincronizada, enquanto a do Dude é muito boa, uma jogabilidade boa tambem, com controles que respondem bem, alguns locais são legais outros bizarros, as armas são bem peculiares, como um galão de gasolina e fosforos, ou um teaser ou ate gatinhos...

NOTA:9.5


Em Breve Gameplay do Postal 2 =D

!AVISO! JOGO RECOMENDADO PARA PESSOAS COM CABEÇAS SÃS NO NIRVANA(CÉU DO BUDA), OU PARA MAIORES DE 21 ANOS POR VIOLÊNCIA CONSTANTE E LICITAÇÃO AO SUICÍDIO.

Assassin's Creed: Brotherhood - Análise

Assassin's Creed: Brotherhood
  • Visual 90
  • Jogabilidade  95
  • Áudio 85
  • Diversão 95

 Nota: 91 (Excelente)

Assassin's Creed 2 foi um dos melhores títulos de 2009. Os avanços em relação ao seu antecessor conquistaram novos jogadores e agradaram aos fãs que esperavam ansiosos pela continuação da saga. Com a franquia consolidada como um dos novos clássicos dos video games, a Ubisoft resolveu explorar ainda mais o potencial da série. Aproveitando o carisma do novo protagonista — Ezio Auditore da Firenze — e o rico universo de jogo ambientado na fervilhante Itália renascentista, a desenvolvedora francesa retornou ao cenário para contar uma nova história antes de apresentar a terceira parte oficial da linha Assassin’s Creed.
Assim nasceu Brotherhood, um jogo que para todos os efeitos pode ser considerado como uma expansão de Assassin’s Creed 2. Existem novidades, mas a primeira impressão é a de que se está jogando o mesmo Assassin’s Creed 2 sem nenhuma inovação.
Uma análise mais profunda confirma que o título é mais robusto do que parece, mas será que as poucas funcionalidades adicionadas realmente justificam o lançamento de uma nova edição? A resposta pode não ser tão simples quanto um “sim” ou “não”, mas o que realmente importa é que a Ubisoft entrega outro grande jogo para os fãs de aventura.


Irmandade

Brotherhood adiciona quatro grandes novidades em relação à jogabilidade de Assassin’s Creed 2: o exército de assassinos, as correções do sistema de combate, a possibilidade de cavalgar dentro da cidade e o novo esquema de metas para cada missão.
Sem sombra de dúvida, o elemento mais interessante é o recrutamento de novos membros para a Irmandade dos Assassinos. A cada torre que você destruir, um novo espaço para recrutamento será habilitado. Feito isso, Ezio pode ir para as ruas e convidar cidadãos romanos para se juntar à sua busca. Uma vez que o indivíduo se torne seu aliado, ele pode ser convocado um simples pressionar de botões para ajudá-lo em uma briga ou para executar uma missão.
Dependendo da localização e do nível de habilidade do seu assassino, ele executará as ordens com mais eficácia ou não. Estes fatores também governam a forma como ele realizará suas ações, espreitando a vítima ou saltando como um predador.
Os membros da sua irmandade são separados em grupos, que podem ser convocados para a ação a qualquer momento — uma vez chamados, eles só poderão voltar a ser convidados depois de alguns minutos. Além disso, os assassinos ganham experiência através de combate e missões de treinamento em outras regiões da Europa.

 Quanto mais difíceis forem as missões, mais pontos de experiência serão conferidos ao assassino bem sucedido. Estas incumbências duram de cinco a dez minutos e a interface é bem acessível.
A cada nível ascendido, você pode aumentar a armadura ou o armamento do personagem. Níveis mais altos também desbloqueiam habilidades especiais, como bombas de fumaça e outras artimanhas da classe.
O sistema não é necessariamente novo, haja vista que Ezio já podia contratar mendigos, mercenários e cortesãs para auxiliá-lo em suas empreitadas de Assassin’s Creed 2. O que Brotherhood faz é expandir este conceito e redefinir a escala dos combates de Assassin’s Creed — não se trata mais de uma luta solitária contra uma grande conspiração global.
Além disso, o combate desarmado recebeu alguns ajustes e está muito melhor. Você pode se esquivar e contragolpear, bem como chutar os inimigos para abrir a sua defesa. Outro ponto interessante é o encadeamento de golpes e a utilização de mais de uma arma durante as execuções — você pode cortar as pernas de um oponente e, enquanto ele cai, basta disparar um tiro no seu rosto.
Os cavalos, por sua vez, são muito mais do que um simples modo de transporte. Ezio pode efetivamente utilizá-los como armas e até mesmo como base para saltos. Todavia, a funcionalidade acaba passando como mera perfumaria, em vez de realmente adicionar algo efetivo na ação.
Diferente do novo sistema de metas presente em cada missão, desta vez, Ezio deve cumprir certos objetivos específicos para alcançar a “sincronização total” de cada senda. Estes desígnios vão de simples desafios de tempo a exigências mais especiais, como não sofrer dano ou executar o alvo sem ser percebido. Trata-se de uma bela adição à dinâmica de missões que pode se tornar um tanto repetitiva.


O fio da meada

ATENÇÃO O TRECHO A SEGUIR CONTÉM SPOILERS

 A trama não afeta diretamente o seguimento da história principal de Assassin’s Creed, mas revela detalhes importantes para o entendimento do que está acontecendo no passado e no presente (ou melhor, no futuro vivido por Desmond).
O jogo começa exatamente no ponto em que o segundo título termina; depois de confrontar Rodrigo Borgia e descobrir parte do grande segredo que há por trás da luta entre Templários e Assassinos, Ezio quer apenas um merecido descanso em Monteriggioni.
Porém, o filho de Rodrigo, Cesare Borgia, não está nada contente com o fato de você ter executado o pai dele e agora, de posse do emblemático pomo dourado (Apple of Eden) — o misterioso artefato que permeia a história dos três jogos —, ele investe contra você e todos os Assassinos.
Assim, a Monteriggioni que você ajudou a fortificar durante mais ou menos 20 horas de jogo em Assassin’s Creed 2 é destruída em questão de segundos. O herdeiro Borgia elimina de uma só vez grande parte da sua oposição, mas comete um erro fatal: ele deixa Ezio escapar.
Ezio decide seguir para Roma, capital dos Templários na Itália, em busca de vingança contra Cesare. A “Cidade Eterna” é ainda mais vibrante do que a Florença do título anterior e ainda mais imponente. Agora, como um Mestre da Ordem dos Assassinos, Ezio deve restabelecer a Irmandade — dentro de Roma, o ninho do inimigo — para eliminar seu arqui-inimigo, Cesare Borgia.
Enquanto isso, em 2012, Desmond Miles e os Assassinos contemporâneos sobrevivem ao ataque da Abstergo (fachada da Ordem dos Templários), fogem para Monteriggioni e se escondem nas ruínas da Villa Auditore.
Acessando as memórias genéticas de Ezio Auditore utilizando a Animus 2.0, Desmond descobre que a Apple of Eden está escondida em um cofre subterrâneo nas ruínas do Coliseu, dentro do Templo de Juno.
Depois de encontrar e ativar o artefato a Apple of Eden e um de seus ancestrais comandam Desmond a matar Lucy Stillman como forma de “manter o equilíbrio”. Porém, Desmond desmaia e conforme os créditos são apresentados, dois homens carregam o rapaz até outra máquina Animus.